sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Boa Noticia!

"O consumo anual de electricidade em Portugal já passa em 50,3% do total pelas fontes renováveis, de acordo com dados de Setembro da Direcção Geral de Energia e Geologia, segundo os quais já há licenciamento para mais 12% de potência renovável face à actualmente instalada.


O consumo de energia eléctrica em Portugal já está a ser abastecido, em mais de metade do volume total, por fontes renováveis, tendo a quota das energias limpas assumido em Setembro um peso de 50,3%, segundo dados da Direcção Geral de Energia e Geologia (DGEG).

No final de Setembro o consumo anualizado (contando os 12 meses de Outubro de 2009 a Setembro de 2010) estava a ser abastecido em 50,3% a partir das renováveis, acima do anterior recorde de 50,2% de peso das renováveis, verificado em Julho, e também acima da quota de 35,1% que as renováveis assumiram no ano 2009.

A produção total de energia eléctrica a partir de fontes renováveis nos primeiros nove meses deste ano subiu 71% face a igual período do ano passado. Mas no terceiro trimestre o crescimento face ao ano passado foi menos acentuado: a produção hídrica, por exemplo, subiu 40%, e a eólica apenas aumentou 2%.

Dentro da produção eléctrica renovável, as hídricas (incluindo as grandes barragens) assumem um peso de 56,6%, as eólicas valem 33%, a biomassa 7,5% e a produção fotovoltaica, biogás e resíduos sólidos urbanos contribuem com o restante.

Dos 9.336 megawatts (MW) de potência instalada no final de Setembro, os distritos com maior capacidade de geração renovável eram Bragança (1.063 MW), Viana do Castelo (1.087 MW) e Viseu (1.040 MW).

Por tecnologias, a grande hídrica (centrais com mais de 30 MW) somava 4.234 MW instalados em Setembro e as eólicas 3.841 MW.

Segundo a DGEG, estão actualmente licenciados 10.461 MW de potência de origem renovável, o que confere a estes recursos a garantia de ser possível ligar à rede pelo menos mais 12% de potência do que a actualmente existente.

"Até Setembro de 2010, foram licenciados 4.433 MW de potência eólica. Atendendo à potência licenciada, prevê-se que até final de 2010 estejam instalados 4.000 MW de potência eólica no sistema eólico nacional", refere a DGEG.

No terceiro trimestre deste ano foram licenciados 60,6 MW de capacidade eólica e 17 MW de biogás, o que se traduz num total licenciado (77,6 MW) superior aos 62,3 MW do segundo trimestre do ano, mas inferior ao licenciamento do primeiro trimestre (141,1 MW)."

Quanto menos dependentes formos dos produtos petrolíferos melhor. Já que, estes, representam grande parte das nossas importações

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Fundos de Investimentos Mobiliários (II)

Neste post vou mostrar a rentabilidade de alguns fundos existentes no mercado nacional. Alguns sao boas oportunidades de negocio.



(para ver melhor carregue nas imagens)

O fim do "Tigre Celta"...

Entre 1990 e 2007, o rendimento per capita irlandês, subiu de 75% da média da UE a quinze, para o segundo mais alto, apenas ultrapassado pelo Luxemburgo.
Este "milagre" foi matéria de estudo durante anos.

Inicialmente, investiu fortemente na educação, criando assim uma mão-de-obra altamente qualificada, e a partir daí, tudo fez para atrair investimento estrangeiro.
Os impostos sobre as empresas, desceram até aos mínimos, atingindo o valor actual de 12,5%, as subidas dos salários foram limitadas, os mercados de trabalho e produtos desregulados, e o facto de a língua mãe ser o inglês foi bastante favorável.
A estratégia resultou, e as multinacionais, maioritariamente de origem norte-americana, escolheram a Irlanda como base para as suas operações europeias, explodindo assim as suas exportações, e a taxa de emprego.
São exemplos: Apple, Siemens, Barclays, Mcafee, Blizzard Entertainment, Microsoft, Lilly, entre muitas outras (cerca de 1000).

Esta entrada de multinacionais, veio acompanhada de capitais, o que veio inchar a bolha imobiliária, e com o estouro desta nos EUA, a Irlanda foi atrás.
Multinacionais fecharam portas, desemprego aumentou, os bancos irlandeses (Anglo Irish Bank, Bank of Ireland, TSB, Ulster Bank) repletos de "activos tóxicos".
Estando a Irlanda muito dependente da situação económico-financeira dos EUA, não admira que tenha sido o primeiro país da zona Euro a entrar em recessão.

Actualmente com uma taxa de desemprego a rondar os 14%, um défice público de 32% (já a contar com a ajuda do Estado irlandês aos 3 bancos com mais dificuldades) e com deflação de 1%, leva-nos a verificar que a sua situação é das mais graves a nível mundial, contudo, olhemos para as previsões da Comissão Europeia, Eurostat e FMI para este ano e para os próximos:

Exportações (%PIB 2010): 96.8 (mais alto dos PIGS)
Crescimento factor produtividade total (% 2010): 0,9 (mais alto dos PIGS)
Crescimento médio anual PIB (2000-2009): 3,7 (mais alto dos PIGS)
Crescimento médio anual PIB previsto (2010-2015): 2,3 (mais alto dos PIGS e acima da média europeia)
A Irlanda continua com superavit na balança comercial, e está previsto manter-se assim.

Apesar das duras medidas de austeridade impostas pelo governo de Dublin nos orçamentos deste ano e do próximo, aplaudidas pelos mercados financeiros, UE e FMI, estas 3 instituições, querem mais, e nos últimos tempos, apontaram as baterias para um dos pilares do chamado "milagre do Tigre Celta": imposto sobre as empresas.
Com a pressão exercida sobre Dublin, para abrir as portas às ajudas da UE e FMI, encontram-se desde ontem os responsáveis de ambos em Dublin, para estudar a situação irlandesa.
Caso a Irlanda aceite a ajuda externa, o que é o mais certo, é bem provável que uma das imposições, seja o aumento do imposto sobre as empresas, se assim for, no decorrer dos anos, a Irlanda manter-se-á no fundo da tabela, como se encontrava antes do dito "milagre", sendo inclusive, ultrapassada por países como Portugal e Grécia.

Com a "ajuda" do FMI, vem o fim do "Tigre Celta"...

terça-feira, 16 de novembro de 2010

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Fundos de Investimentos Mobiliários (I)

Vou iniciar aqui uma rubrica destinada a mostrar a rentabilidade de alguns fundos existentes no mercado interno.
Espero com isto ajudar-vos a investir as poupanças e a conseguir a obter a maior rentabilidade das mesmas.
Vamos começar por explicar o que são estes fundos e quais os vários tipos de fundos de investimento Mobiliário existentes no mercado nacional.

O que são os Fundos de investimento Mobiliário?
Fundos de investimento Mobiliários são fundos que efectuam as aplicações fundamentalmente em valores mobiliários transaccionáveis, podem ser cotados ou não cotados.

De acordo com a tipologia definida pela APFIPP, existem as seguintes categoriais de Fundos de Investimento Mobiliário:

F. MERCADO MONETÁRIO – Fundos cuja carteira de investimentos é composta em, pelo menos, 85% por títulos mobiliários e depósitos bancários com prazo de vencimento residual inferior a 12 meses. Subdividem-se em :

- EURO – Todos os activos são denominados em Euro ou outra divisa com cobertura cambial e encontram-se cotados em Mercados da União Europeia;

- INTERNACIONAIS – Restantes Fundos do Mercado Monetário.

F. TESOURARIA – Fundos que investem em activos caracterizados por uma elevada liquidez. Devem ter em permanência entre 50% e 85% da carteira investida em valores mobiliários e depósitos bancários com prazo de vencimento residual inferior a 12 meses. Os depósitos bancários não podem exceder 50% da carteira e não podem ter acções. Subdividem-se em :

- EURO – Todos os activos são denominados em Euro ou outra divisa com cobertura cambial e encontram-se cotados em Mercados da União Europeia;

- INTERNACIONAIS – Restantes Fundos do Mercado Monetário.

F. OBRIGAÇÕES – Fundos que investem directa ou indirectamente pelo menos 2/3 da carteira em obrigações e outros activos representativos de dívida, sem componente accionista.

Subdividem-se em:
- TAXA INDEXADA EURO – Fundos que têm por objectivo investir, em média, um mínimo de 1/2 da carteira em obrigações de taxa indexada. Todos os activos estão denominados em Euro (ou têm cobertura cambial), e pelo menos 90% deles encontram-se cotados em Mercados da União Europeia;
- TAXA INDEXADA INTERNACIONAL – Restantes Fundos de Obrigações de Taxa Indexada;
- TAXA FIXA EURO – Fundos que investem pelo menos 1/2 da carteira em obrigações de taxa fixa. Todos os activos são emitidos em moeda Euro e pelo menos 90 % deles encontram-se cotados em Mercados da União Europeia;
- TAXA FIXA INTERNACIONAL – Restantes Fundos de Obrigações de Taxa Fixa;
- EURO – Restantes Fundos de obrigações cujos activos sejam denominados em Euro (ou tenham cobertura cambial) e onde 90% dos quais se encontram cotados em Mercados da União Europeia;
- INTERNACIONAIS – Restantes Fundos de Obrigações.

F. ACÇÕES – Fundos cujo objectivo consiste na aplicação de pelo menos 2/3 da carteira em acções, subdividem-se em:
- NACIONAIS – Fundos de Acções que investem exclusivamente em activos emitidos por entidades residentes no espaço nacional e denominados em Euro;
- UNIÃO EUROPEIA, SUÍÇA E NORUEGA – Fundos de acções cujos activos em carteira são totalmente emitidos por entidades da União Europeia, Suíça e Noruega e denominados em qualquer uma das moedas oficiais destes países;
- AMÉRICA DO NORTE – Fundos de acções que investem exclusivamente em activos emitidos por entidades da América do Norte (Estados Unidos e Canadá). Pelo menos 75% dos activos em carteira devem ser denominados em qualquer uma das moedas oficiais destes países;
- SECTORIAIS – Fundos de acções que investem num sector específico, previsto no respectivo Regulamento de Gestão;
- OUTROS FUNDOS DE ACÇÕES INTERNACIONAIS – Restantes Fundos de Acções.

F. MISTOS – Fundos de Investimento Mobiliário que investem em acções mas nos quais o peso destas não ultrapassa, em média, os 2/3 da carteira. Subdividem-se em:
- PREDOMINANTEMENTE OBRIGAÇÕES – Fundos Mistos em que a componente accionista é, em média, inferior a 1/3 da carteira;
- PREDOMINANTEMENTE ACÇÕES – Fundos Mistos em que a componente accionista é, em média, superior a 1/3 da carteira (e inferior a 2/3).

FUNDOS DE FUNDOS – Fundos cuja política de investimentos consiste em investir, no mínimo, 2/3 da carteira em unidades de participação/acções de outros fundos. Subdividem-se em:
- PREDOMINANTEMENTE OBRIGAÇÕES – Fundos de Fundos em que as unidades de participação de Fundos de Acções representam, em média, menos de 1/3 do valor investido em unidades de participação de outros Fundos;
- MISTOS - Fundos de Fundos em que as unidades de participação de Fundos de Acções representam, em média, entre 1/3 e 2/3 do valor investido em unidades de participação de outros Fundos;
- PREDOMINANTEMENTE ACÇÕES – Fundos de Fundos em que as unidades de participação de Fundos de Acções representam, em média, mais de 1/3 do valor investido em unidades de participação de outros Fundos.

FUNDOS COM CAPITAL GARANTIDO – Fundos com limitação de risco, uma vez que é garantido aos participantes no final do prazo pré-estabelecido pelo menos os montantes investidos inicialmente.

FUNDOS FLEXÍVEIS – Fundos que não assumem qualquer compromisso quanto à composição do património nos respectivos documentos constitutivos.

FUNDOS ÍNDICE– Fundos cuja política de investimentos consiste na reprodução integral ou parcial de determinado índice de valores mobiliários.

FUNDOS ESPECIAIS DE INVESTIMENTO – São Fundos não harmonizados ou seja, Fundos que não se constituam com observância das regras definidas no Título III do Regime Jurídico dos OIC aprovado pelo Decreto-Lei n.º 252/2003, de 17 de Outubro.

OUTROS FUNDOS – Fundos que não se enquadram nos critérios definidos pela APFIPP para as diversas categorias de classificação.

FUNDOS DIVERSOS – Fundos cuja carteira no final do mês não atingiu 1,25 milhões de Euro.

FUNDOS POUPANÇA ACÇÕES – Fundos que financiam Planos Poupança em Acções (PPA) de acordo com o Decreto-Lei n.º 204/95, de 5 de Agosto.

FUNDOS POUPANÇA REFORMA / EDUCAÇÃO – Fundos que financiam Planos Poupança Reforma / Educação (PPR/E), de acordo com o Decreto-Lei n.º 158/2002, de 2 de Julho. Inclui não apenas os Fundos PPR/E mas também os Fundos que adoptam apenas uma das vertentes previstas na lei: Fundode Poupança Reforma (PPR) e Fundo de Poupança Educação (PPE). Estes Fundos são subdivididos em categorias, de acordo com a exposição média ao segmento accionista nos 12 meses imediatamente anteriores:
- CATEGORIA A – Investimento médio em acções inferior a 5% da carteira;
- CATEGORIA B – Investimento médio em acções entre 5% e 15% da carteira;
- CATEGORIA C – Investimento médio em acções entre 15% e 35% da carteira;
- CATEGORIA D – Investimento médio em acções superior a 35% da carteira.

AGRUPAMENTO DE FUNDOS – Fundos constituídos por outros fundos. Caracterizam-se por uma elevada flexibilidade de transferência entre os fundos que os compõem. Cada fundo integrado neste tipo de fundos é classificado de acordo com os critérios e tipologias acima expostas.


(continua)

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Vamos todos "viver" para a Google

Google aumenta salários em 10% e dá bónus para as férias

A Google vai brindar os funcionários com um aumento de 10% dos salários no início do próximo ano.
Segundo o Wall Street Jounal, o Presidente da Google, Eric Schmidt, deu a boa notícia aos 23 mil funcionários através de um e-mail.
Além do aumento salarial, os funcionários do motor de busca vão receber também um bónus de mil dólares para as férias, avança o 'site' Silicon Alley Insider.
"Apesar de não comentarmos assuntos internos, acreditamos que os planos de compensação de competitividade são importantes para o futuro da companhia", afirmou o porta-voz da Google, citado pela CNBC.
O motor de busca norte-americano obteve um lucro de 2,17 mil milhões de dólares no terceiro trimestre, mais 32% do que em igual período de 2009. Este resultado superou o consenso do mercado.

Depois de todas estas más notícias que nos atingem diariamente, aparece por aqui uma benéfica que era bom que se espalhasse pelo resto do mundo.

O poder das Agencias de Rating



"As decisões das agências de "rating" não devem ser interpretadas à letra nem levadas às últimas consequências. É preciso que os mercados e os actores institucionais aprendam a guiar-se por outros meios e reduzam a sua exposição aos ditames destas empresas. A recomendação poderia ser do BES, mas é do Financial Stability Board (FSB).
Criado para coordenar o trabalho das autoridades financeiras nacionais e das instituições internacionais, com vista a promover uma regulação e supervisão efectivas, o FSB conta com mais de duas dezenas de membros, entre os quais BCE, FMI, OCDE, Banco Mundial e Banco Internacional de Pagamentos (BIS).

No final de Outubro, divulgou uma série de princípios com vista a combater o que considera ser a excessiva dependência e vulnerabilidade do sistema financeiro às agências de “rating” – um mercado dominado por três empresas norte-americanas, Standard&Poor’s, Moody’s e Fitch, que permanecem incontornáveis para os investidores internacionais, mesmo depois dos erros flagrantes de avaliação que exacerbaram a crise financeira de 2008.


Num documento divulgado a 27 de Outubro, a instituição liderada por Mário Draghi, governador do Banco de Itália, insiste ser "urgente" reduzir a dependência das decisões das agências de rating. Em particular, sublinha, é preciso alterar a regulamentação, nacional e internacional, que gera “respostas mecânicas dos participantes dos mercados” às mexidas nas notações, designadamente dos bancos que, abaixo de uma determinada classificação de risco deixam, por exemplo, de poder integrar consórcios internacionais.

Intitulado “Princípios para reduzir a dependência dos rating das agências de notação de risco”, o trabalho do FSB foi publicado com o objectivo de “catalisar alterações significativas nas práticas actuais, acabar com a dependência mecânica dos participantes do mercado e estabelecer, em alternativa, práticas internas mais robustas de avaliação de risco de crédito”.

As suas recomendações foram debatidas há duas semanas no G20 Finanças e fazem parte dos documentos que serão levados à cimeira do G20 de Seul, que começa nesta semana.

As avaliações das agências de rating têm estado sob fogo cerrado. Mas o corte, ontem, do "rating" dos bancos portugueses pela agência Fitch provocou uma reacção especialmente virulenta. O BES anunciou que terminou as relações comerciais com a agência norte-americana afirmando que "a decisão tem incorrecções do ponto de vista técnico". O BCP ainda não seguiu pelo mesmo caminho, mas assegura que não há factos que justifiquem a alteração na classificação de risco do banco."

A quantidade de pessoas que estao a rasca por causa dos rating...
Andamos nesta vida para pagar dividas ou para viver e ser felizes?
Como é possível as agências de rating terem mais poder que os próprios estados??

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Crise!!! Qual crise???

Funcionário da Câmara de Viseu suspeito de desviar milhares de euros

Um funcionário da Câmara Municipal de Viseu, com mais de 10 anos de serviço, é suspeito de ter falsificado documentos e desviado dezenas de milhares de euros dos cofres da autarquia. Dinheiro proveniente da passagem irregular de licenças municipais.
A alegada fraude foi detectada em Setembro, por responsáveis do Serviço de Atendimento Único, que encontraram irregularidades na emissão de uma certidão de destaque rectificativa, designadamente a falsificação de assinaturas e documentos anexos.
O funcionário em causa, que após ter sido confrontado pelos superiores como principal suspeito pela fraude detectada pediu a "imediata exoneração" de funções, terá fugido dias depois para Inglaterra.
O presidente da Câmara de Viseu, Fernando Ruas, anunciou, ontem, a abertura de uma sindicância que irá permitir ao município apurar "a real dimensão" da fraude e montantes envolvidos. "Pode ser mais ou menos do que 100 mil euros", disse o autarca, que espera que eventuais lesados compareçam no serviço para ajudar a deslindar o que poderá ser "a ponta do iceberg".
Antes de deixar a Câmara de Viseu - onde, segundo Fernando Ruas, era considerado "um funcionário exemplar e por isso muito estimado" -, o suspeito terá justificado os actos que lhe são imputados com a expressão: "Há horas do diabo".
O autarca viseense informou, ainda, ter avançado com a abertura de um processo disciplinar. E disse ter remetido o caso para o Ministério Público. Reconheceu, também, que o caso só foi rapidamente detectado devido ao cruzamento de dados do sistema informático instalado no município. Ruas conclui, apesar de já ter exonerado dois ou três funcionários em 20 anos de presidência da Câmara, que se trata de casos isolados.

Fonte: JN

Para este pessoal não há crise nenhuma, estes trafulhas que roubam e recebem luvas de todos os lados não têm ideia do que as pessoas com valores correctos têm de fazer para se conseguir sustentar.
Depois de roubar estas quantias ainda têm a cara de pau para pedir exonerações, que também se não forem concedidas pouco têm a temer da justiça portuguesa.
Basta olhar para os quadros suspensos da REN pelo processo face oculta que continuam a receber os salário chorudos como se não tivesse passado nada. O país está com dificuldades em muitos sectores infelizmente, mas enquanto não existir uma volta de 360º na justiça nada vai mudar panorama nacional.
Cumps

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Deduções do IRS



Este fim-de-semana trouxe uma boa nova para muitas famílias Portuguesas com o cancelamento do tecto das deduções de IRS. o JdN disponibiliza umas simulações que nos permitem analisar varias hipóteses. deixo o link para os mais interessados.

http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=451647

Vale a pena apostar?

"O Santander considera injustificada a violência das quedas das praças portuguesa e espanhola. Para o banco, as cotadas da região estão "extremamente subavaliadas".
As bolsas de Portugal e Espanha são das mais castigadas, desde o início do ano. Os receios dos investidores em torno da dívida pública, associados ao fraco clima económico da Península Ibérica explicam o desinvestimento.

"Os fracos fundamentais das economias de Espanha e de Portugal, em conjunto com os receios em torno do impacto negativo que as medidas de austeridade [adoptadas para reduzir os elevados níveis de endividamento] possam vir a ter na economia, criaram grande cepticismo entre os investidores dos mercados ibéricos", refere a equipa de "research" do Santander."

Será uma boa oportunidade de negocio?
Na minha opinião sim. Há empresas que estão cotadas bastante abaixo e que a curto/médio prazo irão valorizar bastante. Convém estar atento as empresas do sector da distribuição e da energia. E claro da Banca.

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Off topic



Não podia deixar de postar este vídeo fantástico do Clube do meu coração!!