Esta é a época em que todos fazem o balanço do que ficou para trás e definem suas metas para o ano novo que vai chegar. Tornar-se mais produtivo é um item recorrente na lista dos empreendedores, que precisam se desdobrar no dia-a-dia para dar conta de todas as demandas do seu negócio.
Com a ajuda do especialista em produtividade pessoal Christian Barbosa, destacamos 10 dicas para quem quer comandar seu negócio com maior eficiência e tornar-se mais produtivo em 2011. Confira:
1. Defina sua estratégia
Saber exatamente para onde vai é o primeiro passo para o empreendedor que não quer perder tempo em 2011. Defina claramente a estratégia da sua empresa para os próximos 12 meses, sem perder de vista a missão do seu negócio e as investidas da concorrência. E não pare por aí. Barbosa recomenda reservar um tempo para visualizar onde seu negócio deve estar daqui a três, cinco, dez anos.
2. Transforme a estratégia em metas
Para ver resultados rápidos, transforme sua estratégia em metas tangíveis e transmita-as claramente aos colaboradores. “Canso de ver empresas de todos os portes gastando bastante tempo na definição de estratégias corporativas, mas pouco tempo na transformação dessas estratégias em metas que a equipe possa mensurar e tornar em ações concretas”, diz o especialista. É papel do empreendedor definir as atividades que precisam ser executadas no dia-a-dia por sua equipe, do contrário todos podem perder tempo com atividades que não trarão resultados para o negócio.
3. Defina prioridades claras
Não basta definir quais são as atividades que devem ser executadas pela equipe, é preciso também estabelecer quais são as mais importantes para garantir a eficiência no dia-a-dia. “Sem uma política clara e explícita, tudo na empresa se transforma em prioridade”, argumenta Barbosa. Reserve um tempo para criar uma matriz de prioridades e divulgue ao time. Todos, sem exceção, devem ter clareza sobre o que deveriam estar fazendo.
4. Priorize o senso de importância e não a urgência
Estabelecer prioridades não significa estabelecer urgências. “Não faça sua equipe um time de corrida, faça da sua equipe um time que sabe prevenir emergências, que gasta seu tempo com tarefas realmente importantes”, aconselha o consultor.
5. Crie sistemas
Sua empresa deve ser capaz de caminhar com as próprias pernas, sem que a sua presença seja necessária o tempo todo. Para que isso seja possível, é preciso criar sistemas que levem as equipe a trazer resultados. “Como o cliente deve ser atendido? O que fazer quando há um novo pedido? Como comprar material para o estoque? Pense nas principais atividades do seu grupo e transforme em procedimentos claros e auto-explicáveis”, explica Barbosa.
6. Inspire, sonhe e lidere
Os três ingredientes acima são fundamentais para motivar a equipe a trabalhar com maior eficiência. “Faça com que cada dia seja uma oportunidade para você inspirar seu time na direção do que você deseja alcançar, sonhe com os próximos passos da sua empresa e lidere sua equipe a alcançar os objetivos do negócio por eles mesmos, sem necessidade de cobrança constante”, recomenda o especialista.
7. Mantenha uma agenda
Na hora de administrar seu tempo, não confie apenas na memória – ela pode te deixar na mão. Escolha uma ferramenta para centralizar e armazenar seus compromissos, tarefas, metas e projetos. Pode ser uma agenda tradicional de papel ou uma ferramenta eletrônica - a escolha fica a gosto do freguês. “Não existe ferramenta melhor ou pior. A ideal é aquela com a qual você melhor se encaixa”, opina Barbosa.
8. Transforme grandes desafios em pequenas atividades
Para evitar a procrastinação, divida tarefas grandes e complexas em sub-tarefas menores. Evite ultrapassar 3 horas de duração para cada atividades e mantenha essas tarefas bem específicas e detalhadas. “Uma dica é anotar o que deve ser feito como um compromisso na sua agenda. Em geral, isso ajuda a ter maior comprometimento”, aconselha o especialista.
9. Aposte na colaboração
Uma forma eficiente de aumentar a produtividade é reduzir o vai-e-vem de e-mails e as reuniões adotando sistemas de colaboração. Escolha um dentre os vários aplicativos disponíveis na internet que ajudam a gerenciar a equipe e colaborar em projetos de forma simples e prática. Com funções diversas, há desde opções gratuitas, como o Google Docs e Huddle até alternativas pagas como Basecamp e Neotriad. “Quando o empreendedor tenta abraçar a macro e a micro gestão, ele fica sem tempo, a empresa sem um líder e o time sufocado”, diz Barbosa.
10. Tenha tempo para você
Não esqueça de reservar um tempo na sua agenda para você mesmo. “Sem tempo para si próprio, o empreendedor fica estressado, ansioso, nervoso e muitas vezes isso acaba refletindo em problemas de saúde”, justifica Barbosa. Ao negligenciar seu próprio tempo em função do negócio, o empreendedor pode pagar o preço no longo prazo, seja na empresa ou na vida pessoal. “Assuma o papel de empreendedor e não de escravo do seu negócio”, adverte o especialista.
"Fonte: Exame.Com"
http://exame.abril.com.br/pme/noticias/10-dicas-para-ser-mais-produtivo-em-2011?page=2&slug_name=10-dicas-para-ser-mais-produtivo-em-2011
"Quando escrito em chinês a palavra crise compõe-se de dois caracteres: um representa perigo e o outro representa oportunidade" by John Kennedy
quinta-feira, 30 de dezembro de 2010
quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
Em contagem decrescente
"O FMI está em Portugal pela segunda vez no último mês e meio. A missão dos técnicos de Washington passa pela análise das reformas estruturais necessárias ao País e também da situação do sistema financeiro nacional, apurou o Negócios.
Fonte oficial do Fundo garantiu que a visita se enquadra apenas na análise anual que a instituição faz aos Estados membros (conhecida por Artigo IV).
"Esta é uma pequena missão de rotina, planeada há uns meses para discutir reformas estruturais na preparação das consultas para o Artigo IV que terão lugar na primeira metade de 2011", explicou fonte oficial do FMI.
Ao que o Negócios conseguiu apurar, António Borges, o novo director do FMI para a Europa já em funções, também está em Portugal, mas segundo a mesma fonte, não está incluído na missão, estando no País em "assuntos privados"."
Fonte: Jornal de negócios online 15/12/2010
Com esta notícia publicada no jornal de negócios, é bem possível que a entrada definitiva do FMI em Portugal esteja por dias, para além disso, "O Governo prepara-se para anunciar já esta semana um novo pacote para a economia portuguesa que inclui medidas nos domínios do trabalho e da promoção das exportações, indicou o primeiro-ministro, José Sócrates, em declarações publicadas esta terça-feira pelo jornal The New York Times", sendo que algumas destas medidas foram indicadas pelo FMI ao Governo Português, conforme artigo abaixo.
"E.U. States Ready to Back European Central Bank Fund Request
By JACK EWING and MATTHEW SALTMARSH
Published: December 14, 2010
Euro zone governments stood ready Tuesday to back contingency plans from the European Central Bank to shore up its reserves against losses from bond purchases.
Armando Franca/Associated Press
José Sócrates, Portugal's prime minister, plans to offer measures to strengthen the economy.
A warning of a possible downgrade in Belgian government debt and a new bond issue by Spain that met soft demand unsettled financial markets again Tuesday and interrupted gains by the euro.
The uncertainty put additional pressure on European leaders as they prepared to meet on Thursday and Friday.
The central bank had no comment Tuesday on the possible increase in reserves, first reported by Reuters. Such an increase would require approval from European governments and would have to come via central banks in the European Union. One result could be that the central banks of the various countries might have to cut the dividends that they typically pass on to their governments.
A well-placed European finance official said Tuesday that finance ministers were preparing a letter to be released this week in which the governments would commit to providing the central bank with additional capital, if needed.
The official, who was not permitted to speak publicly, said the governments would offer the central bank “as much backing as possible” and the resources to “do what it takes” to resolve the crisis.
He said the central bank was concerned that a decline in the quality of the collateral that it holds, as a result of its recent bond-buying program, might raise questions about its ability to intervene in the event of a further deterioration in market conditions.
“There should be no concern or impression that the E.C.B. will run out of capital,” the official said, referring to the European Central Bank.
A senior German official said Germany, the euro area’s biggest financial contributor, would take a positive view of any increase in reserves.
“If the E.C.B. considers it necessary to increase its capital, then we would take part,” said the official, who under terms of a presummit briefing could not be quoted by name. He said that the central bank president, Jean-Claude Trichet, might raise the issue at a dinner Thursday with European leaders in Brussels.
The move might be interpreted as the bank’s preparing to escalate — if needed — its purchases of government bonds from countries with the worst budget problems.
As markets continued to put pressure on bonds from the most indebted countries, Prime Minister José Sócrates of Portugal said he intended to announce measures soon to help strengthen the Portuguese economy.
Mr. Sócrates faces persistent concerns about whether Portugal, hobbled by an austerity budget, can meet its economic and deficit-cutting goals. “These measures will be to support growth and competitiveness,” Mr. Sócrates, a Socialist who heads a minority government, said late Monday.
Investors shifted out of European bonds again Tuesday after the ratings agency Standard & Poor’s warned that it could cut the outlook on Belgium’s credit rating because of political uncertainty and the Spanish government was forced to pay a higher rate to investors buying its bills.
The central bank governing council will meet Thursday along with bank governors from other European Union countries who are not in the euro zone, an opportune time to discuss a capital increase, because all central banks would need to contribute.
The European Central Bank draws its capital reserves, which currently total 5.76 billion euros ($7.7 billion), from national central banks, which are effectively its shareholders. So any decision to raise reserves could affect taxpayers by decreasing the amount of profit that national central banks pass on to their governments. Last year, for example, the Bundesbank reported a profit of 4.1 billion euros, which it turned over to the German government.
On Monday, the European Central Bank said it spent 2.7 billion euros last week buying European government bonds on open markets, bringing the total since May to 72 billion euros.
Traders say the bank has been buying Greek, Irish and Portuguese bonds.
Debt from Greece, Ireland and Portugal is considered risky, raising the possibility that the central bank could suffer losses that exceeded the amount of its capital. Any losses would be in the future, though, because the bank policy of holding on to debt until it matures.
Among economists there is a debate whether such losses matter, because the central bank — unlike commercial banks — can print money and would never go bankrupt.
Jörg Krämer, chief economist at Commerzbank in Frankfurt, dismissed the idea that losses would ever present a threat to the bank’s credibility. “The mere fact that we are discussing this topic so much is a reflection of the general nervousness,” he said.
Mr. Sócrates, the Portuguese prime minister, said he was likely to announce details of his plan for the economy as early as this week.
Areas where improvements could be made included labor market rules, cutting red tape and promoting exports, he said.
Mr. Sócrates also said he took encouragement from a study published this month by the International Monetary Fund that suggested Portugal was among the Western countries that had done the most to improve public finances by 2020.
“I am very glad that the I.M.F. made this study that confirms that we are on the right track toward fiscal consolidation,” Mr. Sócrates said.
Still, Portugal’s borrowing costs have been kept close to record highs since last month, when Ireland had to request rescue financing because of rising rates and the collapse of its banking sector.
After Greece and Ireland, Portugal is seen as one of the weakest economies, crippled by low competitiveness and a large budget deficit. To ease market concerns, Mr. Sócrates recently pushed through the Portuguese Parliament a second austerity package that includes public sector wage cuts, tax increases and a freeze on pension rates.
As a result, Mr. Sócrates said that Portugal would meet its target of cutting its budget deficit this year to 7.3 percent of gross domestic product, from 9.3 percent last year.
Still, in a research note published after the latest austerity package, economists at Commerzbank cast doubt on whether Portugal would meet its deficit goal this year."
Fonte oficial do Fundo garantiu que a visita se enquadra apenas na análise anual que a instituição faz aos Estados membros (conhecida por Artigo IV).
"Esta é uma pequena missão de rotina, planeada há uns meses para discutir reformas estruturais na preparação das consultas para o Artigo IV que terão lugar na primeira metade de 2011", explicou fonte oficial do FMI.
Ao que o Negócios conseguiu apurar, António Borges, o novo director do FMI para a Europa já em funções, também está em Portugal, mas segundo a mesma fonte, não está incluído na missão, estando no País em "assuntos privados"."
Fonte: Jornal de negócios online 15/12/2010
Com esta notícia publicada no jornal de negócios, é bem possível que a entrada definitiva do FMI em Portugal esteja por dias, para além disso, "O Governo prepara-se para anunciar já esta semana um novo pacote para a economia portuguesa que inclui medidas nos domínios do trabalho e da promoção das exportações, indicou o primeiro-ministro, José Sócrates, em declarações publicadas esta terça-feira pelo jornal The New York Times", sendo que algumas destas medidas foram indicadas pelo FMI ao Governo Português, conforme artigo abaixo.
"E.U. States Ready to Back European Central Bank Fund Request
By JACK EWING and MATTHEW SALTMARSH
Published: December 14, 2010
Euro zone governments stood ready Tuesday to back contingency plans from the European Central Bank to shore up its reserves against losses from bond purchases.
Armando Franca/Associated Press
José Sócrates, Portugal's prime minister, plans to offer measures to strengthen the economy.
A warning of a possible downgrade in Belgian government debt and a new bond issue by Spain that met soft demand unsettled financial markets again Tuesday and interrupted gains by the euro.
The uncertainty put additional pressure on European leaders as they prepared to meet on Thursday and Friday.
The central bank had no comment Tuesday on the possible increase in reserves, first reported by Reuters. Such an increase would require approval from European governments and would have to come via central banks in the European Union. One result could be that the central banks of the various countries might have to cut the dividends that they typically pass on to their governments.
A well-placed European finance official said Tuesday that finance ministers were preparing a letter to be released this week in which the governments would commit to providing the central bank with additional capital, if needed.
The official, who was not permitted to speak publicly, said the governments would offer the central bank “as much backing as possible” and the resources to “do what it takes” to resolve the crisis.
He said the central bank was concerned that a decline in the quality of the collateral that it holds, as a result of its recent bond-buying program, might raise questions about its ability to intervene in the event of a further deterioration in market conditions.
“There should be no concern or impression that the E.C.B. will run out of capital,” the official said, referring to the European Central Bank.
A senior German official said Germany, the euro area’s biggest financial contributor, would take a positive view of any increase in reserves.
“If the E.C.B. considers it necessary to increase its capital, then we would take part,” said the official, who under terms of a presummit briefing could not be quoted by name. He said that the central bank president, Jean-Claude Trichet, might raise the issue at a dinner Thursday with European leaders in Brussels.
The move might be interpreted as the bank’s preparing to escalate — if needed — its purchases of government bonds from countries with the worst budget problems.
As markets continued to put pressure on bonds from the most indebted countries, Prime Minister José Sócrates of Portugal said he intended to announce measures soon to help strengthen the Portuguese economy.
Mr. Sócrates faces persistent concerns about whether Portugal, hobbled by an austerity budget, can meet its economic and deficit-cutting goals. “These measures will be to support growth and competitiveness,” Mr. Sócrates, a Socialist who heads a minority government, said late Monday.
Investors shifted out of European bonds again Tuesday after the ratings agency Standard & Poor’s warned that it could cut the outlook on Belgium’s credit rating because of political uncertainty and the Spanish government was forced to pay a higher rate to investors buying its bills.
The central bank governing council will meet Thursday along with bank governors from other European Union countries who are not in the euro zone, an opportune time to discuss a capital increase, because all central banks would need to contribute.
The European Central Bank draws its capital reserves, which currently total 5.76 billion euros ($7.7 billion), from national central banks, which are effectively its shareholders. So any decision to raise reserves could affect taxpayers by decreasing the amount of profit that national central banks pass on to their governments. Last year, for example, the Bundesbank reported a profit of 4.1 billion euros, which it turned over to the German government.
On Monday, the European Central Bank said it spent 2.7 billion euros last week buying European government bonds on open markets, bringing the total since May to 72 billion euros.
Traders say the bank has been buying Greek, Irish and Portuguese bonds.
Debt from Greece, Ireland and Portugal is considered risky, raising the possibility that the central bank could suffer losses that exceeded the amount of its capital. Any losses would be in the future, though, because the bank policy of holding on to debt until it matures.
Among economists there is a debate whether such losses matter, because the central bank — unlike commercial banks — can print money and would never go bankrupt.
Jörg Krämer, chief economist at Commerzbank in Frankfurt, dismissed the idea that losses would ever present a threat to the bank’s credibility. “The mere fact that we are discussing this topic so much is a reflection of the general nervousness,” he said.
Mr. Sócrates, the Portuguese prime minister, said he was likely to announce details of his plan for the economy as early as this week.
Areas where improvements could be made included labor market rules, cutting red tape and promoting exports, he said.
Mr. Sócrates also said he took encouragement from a study published this month by the International Monetary Fund that suggested Portugal was among the Western countries that had done the most to improve public finances by 2020.
“I am very glad that the I.M.F. made this study that confirms that we are on the right track toward fiscal consolidation,” Mr. Sócrates said.
Still, Portugal’s borrowing costs have been kept close to record highs since last month, when Ireland had to request rescue financing because of rising rates and the collapse of its banking sector.
After Greece and Ireland, Portugal is seen as one of the weakest economies, crippled by low competitiveness and a large budget deficit. To ease market concerns, Mr. Sócrates recently pushed through the Portuguese Parliament a second austerity package that includes public sector wage cuts, tax increases and a freeze on pension rates.
As a result, Mr. Sócrates said that Portugal would meet its target of cutting its budget deficit this year to 7.3 percent of gross domestic product, from 9.3 percent last year.
Still, in a research note published after the latest austerity package, economists at Commerzbank cast doubt on whether Portugal would meet its deficit goal this year."
sábado, 4 de dezembro de 2010
sexta-feira, 3 de dezembro de 2010
Mensagem Positivista
"EU CONHEÇO UM PAÍS..."
por Nicolau Santos
"Eu conheço um país que tem uma das mais baixas taxas de mortalidade mundial de recém-nascidos, melhor que a média da UE.
Eu conheço um país onde tem sede uma empresa que é líder mundial de tecnologia de transformadores.
Eu conheço um país que é líder mundial na produção de feltros para chapéus.
Eu conheço um país que tem uma empresa que inventa jogos para telemóveis e os vende no exterior para dezenas de mercados.
Eu conheço um país que tem uma empresa que concebeu um sistema pelo qual você pode escolher, no seu telemóvel, a sala de cinema onde quer ir, o filme que quer ver e a cadeira onde se quer sentar.
Eu conheço um país que tem uma empresa que inventou um sistema biométrico de pagamento nas bombas de gasolina.
Eu conheço um país que tem uma empresa que inventou uma bilha de gás muito leve que já ganhou prémios internacionais.
Eu conheço um país que tem um dos melhores sistemas de Multibanco a nível mundial, permitindo operações inexistentes na Alemanha, Inglaterra ou Estados Unidos.
Eu conheço um país que revolucionou o sistema financeiro e tem três Bancos nos cinco primeiros da Europa.
Eu conheço um país que está muito avançado na investigação e produção de energia através das ondas do mar e do vento.
Eu conheço um país que tem uma empresa que analisa o ADN de plantas e animais e envia os resultados para os de toda a EU.
Eu conheço um país que desenvolveu sistemas de gestão inovadores de clientes e de stocks, dirigidos às PMES.
Eu conheço um país que tem diversas empresas a trabalhar para a NASA e a Agência Espacial Europeia.
Eu conheço um país que desenvolveu um sistema muito cómodo de passar nas portagens das auto-estradas.
Eu conheço um país que inventou e produz um medicamento anti-epiléptico para o mercado mundial.
Eu conheço um país que é líder mundial na produção de rolhas de cortiça.
Eu conheço um país que produz um vinho que em duas provas ibéricas superou vários dos melhores vinhos espanhóis.
Eu conheço um país que inventou e desenvolveu o melhor sistema mundial de pagamento de pré-pagos para telemóveis.
Eu conheço um país que construiu um conjunto de projectos hoteleiros de excelente qualidade pelo Mundo.
Eu Luís Pirão, acrescento mais uns pontos à lista do Nicolau Santos:
- Eu conheço um país que é segundo em net de banda larga na Europa.
- Eu conheço um país que tem uma capital com eventos culturais fantásticos que fazem frente a qualquer cidade do mundo. Que tem potencialidades turísticas ilimitadas com restaurantes para todas as carteiras e com comida deliciosa, assim como alojamento para todas as bolsas e de razoável qualidade. Basta ir a Londres e ver toda a gente a comer sandwiches no jardim pois a alimentação atingiu preços exorbitantes nos restaurantes.
- Eu conheço um país com uma história ímpar que ligou todos os continentes comercialmente pela primeira vez na história da humanidade no século XVI.
- Eu conheço um país que tem a sua selecção de futebol neste mês de Maio no 3.º lugar do ranking mundial em mais de 200 nações, só o Brasil e a Espanha estão à frente com poucos pontos de diferença.
- Eu conheço um país que conquistou meio mundo no século XVI com base no respeito pelos outros povos, com base nas trocas comerciais, com base na diplomacia.
- Eu conheço um país que venceu os seus compatriotas espanhóis pela força de vontade de um homem chamado Nuno Alvares Pereira e que permitiu a paz para a nação se lançar nos descobrimentos marítimos.
Eu José Lopes , acrescento mais uns pontos à lista do Nicolau Santos e do Luís Pirão:
- Eu conheço um País que está a criar um medicamento que previne e combate a obesidade.
- Eu conheço um País que produz os melhores sapatos do mundo.
- Eu conheço um País que produz os fatos usados na Fórmula 1 e nos astronautas da NASA.
- Eu conheço um País que produz o melhor software de GPS do mundo.
- Eu conheço um País que faz os melhores lasers do mundo, utilizados na medicina e na indústria aeroespacial.
- Eu conheço um País que tem um monumento que tem 6 orgãos, sendo o único no mundo (Convento Mafra).
- Eu conheço um País que produz os adereços utilizados pela indústria cinematográfica de Hollywood.
- Eu conheço um País que tem a maior variedade gastronómica do mundo.
- Eu conheço um País que criou a única palete de cores para leitura de daltónicos.
O leitor, possivelmente, não reconheceu neste país aquele em que vive...
P O R T U G A L !!!!
Mas é verdade.Tudo o que leu acima foi feito por empresas fundadas por portugueses, desenvolvidas por portugueses, dirigidas por portugueses, com sede em Portugal, que funcionam com técnicos e trabalhadores portugueses.
Chamam-se, por ordem, Efacec, Fepsa, Ydreams, Mobycomp, GALP, SIBS, BPI, BCP, Totta, BES, CGD, Stab Vida, Altitude Software, Out Systems, WeDo, Quinta do Monte d'Oiro, Brisa Space Services, Bial, Activespace Technologies, Deimos Engenharia, Lusospace, Skysoft, Portugal Telecom Inovação, Grupos Vila Galé, Amorim, Pestana, Porto Bay e BES Turismo.
Há ainda grandes empresas multinacionais instalada no País, mas dirigidas por portugueses, com técnicos portugueses, de reconhecido sucesso junto das casas mãe,como a Siemens Portugal, Bosch, Vulcano, Alcatel, BP Portugal e a McDonalds (que desenvolveu e aperfeiçoou em Portugal um sistema que permite quantificar as refeições e tipo que são vendidas em cada e todos os estabelecimentos da cadeia em todo o mundo ) .
É este o País de sucesso em que também vivemos, mas nós só falamos do País que está mal, daquele que não acompanhou o progresso. É tempo de mostrarmos ao mundo os nossos sucessos e nos orgulharmos disso.
Vamos mudar a nossa mentalidade para ajudarmos o nosso país que tanto precisa de nós, vamos dar o primeiro passo e falar coisas positivas e optimistas. "
Fonte: Nicolau Santos, Director - adjunto do Jornal Expresso, In Revista "Exportar"
É pena não haver o hábito de contar coisas positivas! A contrariar a tendência do que se escreve nos últimos tempos, até que enfim, que há um Português que diz bem de Portugal, além do Sócrates claro. Já é tempo de começarmos a valorizar o que está bem! O blog também vai tentar trabalhar nesse sentido sem nunca perder a acutilância realista ajustada à cdonjuntura actual.
por Nicolau Santos
"Eu conheço um país que tem uma das mais baixas taxas de mortalidade mundial de recém-nascidos, melhor que a média da UE.
Eu conheço um país onde tem sede uma empresa que é líder mundial de tecnologia de transformadores.
Eu conheço um país que é líder mundial na produção de feltros para chapéus.
Eu conheço um país que tem uma empresa que inventa jogos para telemóveis e os vende no exterior para dezenas de mercados.
Eu conheço um país que tem uma empresa que concebeu um sistema pelo qual você pode escolher, no seu telemóvel, a sala de cinema onde quer ir, o filme que quer ver e a cadeira onde se quer sentar.
Eu conheço um país que tem uma empresa que inventou um sistema biométrico de pagamento nas bombas de gasolina.
Eu conheço um país que tem uma empresa que inventou uma bilha de gás muito leve que já ganhou prémios internacionais.
Eu conheço um país que tem um dos melhores sistemas de Multibanco a nível mundial, permitindo operações inexistentes na Alemanha, Inglaterra ou Estados Unidos.
Eu conheço um país que revolucionou o sistema financeiro e tem três Bancos nos cinco primeiros da Europa.
Eu conheço um país que está muito avançado na investigação e produção de energia através das ondas do mar e do vento.
Eu conheço um país que tem uma empresa que analisa o ADN de plantas e animais e envia os resultados para os de toda a EU.
Eu conheço um país que desenvolveu sistemas de gestão inovadores de clientes e de stocks, dirigidos às PMES.
Eu conheço um país que tem diversas empresas a trabalhar para a NASA e a Agência Espacial Europeia.
Eu conheço um país que desenvolveu um sistema muito cómodo de passar nas portagens das auto-estradas.
Eu conheço um país que inventou e produz um medicamento anti-epiléptico para o mercado mundial.
Eu conheço um país que é líder mundial na produção de rolhas de cortiça.
Eu conheço um país que produz um vinho que em duas provas ibéricas superou vários dos melhores vinhos espanhóis.
Eu conheço um país que inventou e desenvolveu o melhor sistema mundial de pagamento de pré-pagos para telemóveis.
Eu conheço um país que construiu um conjunto de projectos hoteleiros de excelente qualidade pelo Mundo.
Eu Luís Pirão, acrescento mais uns pontos à lista do Nicolau Santos:
- Eu conheço um país que é segundo em net de banda larga na Europa.
- Eu conheço um país que tem uma capital com eventos culturais fantásticos que fazem frente a qualquer cidade do mundo. Que tem potencialidades turísticas ilimitadas com restaurantes para todas as carteiras e com comida deliciosa, assim como alojamento para todas as bolsas e de razoável qualidade. Basta ir a Londres e ver toda a gente a comer sandwiches no jardim pois a alimentação atingiu preços exorbitantes nos restaurantes.
- Eu conheço um país com uma história ímpar que ligou todos os continentes comercialmente pela primeira vez na história da humanidade no século XVI.
- Eu conheço um país que tem a sua selecção de futebol neste mês de Maio no 3.º lugar do ranking mundial em mais de 200 nações, só o Brasil e a Espanha estão à frente com poucos pontos de diferença.
- Eu conheço um país que conquistou meio mundo no século XVI com base no respeito pelos outros povos, com base nas trocas comerciais, com base na diplomacia.
- Eu conheço um país que venceu os seus compatriotas espanhóis pela força de vontade de um homem chamado Nuno Alvares Pereira e que permitiu a paz para a nação se lançar nos descobrimentos marítimos.
Eu José Lopes , acrescento mais uns pontos à lista do Nicolau Santos e do Luís Pirão:
- Eu conheço um País que está a criar um medicamento que previne e combate a obesidade.
- Eu conheço um País que produz os melhores sapatos do mundo.
- Eu conheço um País que produz os fatos usados na Fórmula 1 e nos astronautas da NASA.
- Eu conheço um País que produz o melhor software de GPS do mundo.
- Eu conheço um País que faz os melhores lasers do mundo, utilizados na medicina e na indústria aeroespacial.
- Eu conheço um País que tem um monumento que tem 6 orgãos, sendo o único no mundo (Convento Mafra).
- Eu conheço um País que produz os adereços utilizados pela indústria cinematográfica de Hollywood.
- Eu conheço um País que tem a maior variedade gastronómica do mundo.
- Eu conheço um País que criou a única palete de cores para leitura de daltónicos.
O leitor, possivelmente, não reconheceu neste país aquele em que vive...
P O R T U G A L !!!!
Mas é verdade.Tudo o que leu acima foi feito por empresas fundadas por portugueses, desenvolvidas por portugueses, dirigidas por portugueses, com sede em Portugal, que funcionam com técnicos e trabalhadores portugueses.
Chamam-se, por ordem, Efacec, Fepsa, Ydreams, Mobycomp, GALP, SIBS, BPI, BCP, Totta, BES, CGD, Stab Vida, Altitude Software, Out Systems, WeDo, Quinta do Monte d'Oiro, Brisa Space Services, Bial, Activespace Technologies, Deimos Engenharia, Lusospace, Skysoft, Portugal Telecom Inovação, Grupos Vila Galé, Amorim, Pestana, Porto Bay e BES Turismo.
Há ainda grandes empresas multinacionais instalada no País, mas dirigidas por portugueses, com técnicos portugueses, de reconhecido sucesso junto das casas mãe,como a Siemens Portugal, Bosch, Vulcano, Alcatel, BP Portugal e a McDonalds (que desenvolveu e aperfeiçoou em Portugal um sistema que permite quantificar as refeições e tipo que são vendidas em cada e todos os estabelecimentos da cadeia em todo o mundo ) .
É este o País de sucesso em que também vivemos, mas nós só falamos do País que está mal, daquele que não acompanhou o progresso. É tempo de mostrarmos ao mundo os nossos sucessos e nos orgulharmos disso.
Vamos mudar a nossa mentalidade para ajudarmos o nosso país que tanto precisa de nós, vamos dar o primeiro passo e falar coisas positivas e optimistas. "
Fonte: Nicolau Santos, Director - adjunto do Jornal Expresso, In Revista "Exportar"
É pena não haver o hábito de contar coisas positivas! A contrariar a tendência do que se escreve nos últimos tempos, até que enfim, que há um Português que diz bem de Portugal, além do Sócrates claro. Já é tempo de começarmos a valorizar o que está bem! O blog também vai tentar trabalhar nesse sentido sem nunca perder a acutilância realista ajustada à cdonjuntura actual.
quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
Excepção à regra!!!
A seguir por todos que exerçam cargos Políticos ou nomeados pelo Governo!
Uma lição de honestidade com Utilidade Pública ou... a excepção à regra!
Enquanto autarca aceitarei prendas que possam ser encaminhadas para o Banco Alimentar contra a Fome.
Quando tomei posse como presidente da Câmara de Santarém fui confrontado com a quantidade de prendas que chegavam ao meu gabinete. Era a véspera de Natal. Para um velho polícia, desconfiado e vivido, a hecatombe de presuntos, leitões, garrafas de vinho muito caro, cabazes luxuosos e dezenas de bolo-rei cheirou-me a esturro. Também chegaram coisas menores. E coisas nobres: recebi vários ramos de flores, a única prenda que não consigo recusar.
Decidi que todas as prendas seriam distribuídas por instituições de solidariedade social, com excepção das flores. No segundo Natal a coisa repetiu-se. E então percebi que as prendas se distribuíam por três grupos. O primeiro claramente sedutor e manhoso que oferecia um chouriço para nos pedir um porco. O segundo, menos provocador, resultava de listas que grandes empresas ligadas a fornecimento de produtos, mesmo sem relação directa com o município, que enviam como se quisessem recordar que existem. O terceiro grupo é aquele que decorre dos afectos, sem valor material mas com significado simbólico: flores, pequenos objectos sem valor comercial, lembranças de Natal.
Além de tudo isto, o correio é encharcado com milhares de postais de boas-festas que instituições públicas e privadas enviam numa escala inimaginável. Acabei com essa tradição. Não existe tempo para apreciar um cartão de boas--festas quando se recebe milhares e se expede milhares.
Quanto às restantes prendas, por não conseguir acabar com o hábito, alterei-o. Foi enviada nova carta em que informámos que agradecíamos todas as prendas que enviassem. Porém, pedíamos que fosse em géneros de longa duração para serem ofertados ao Banco Alimentar contra a Fome. Teve um duplo efeito: aumentou a quantidade de dádivas que agora têm um destino merecido. E assim, nos últimos dois Natais recebemos cerca de 8 toneladas de alimentos.
Conto isto a propósito da proposta drástica que o PS quer levar ao Parlamento que considera suborno qualquer oferta feita a funcionário público. Se ao menos lhe pusessem um valor máximo de 20 ou 30 euros, ainda se compreendia e seria razoável. Em vários países do mundo é assim. Aqui não. Quer passar-se do 8 para o 80. O que significa que nada vai mudar. Por isso, fica já claro que não cumprirei essa lei enquanto funcionário público. Enquanto autarca aceitarei prendas que possam ser encaminhadas para o Banco Alimentar. E jamais devolverei uma flor que me seja oferecida.
Francisco Moita Flores, Professor Universitário e Presidente da Camara Municipal de Santarém
Uma lição de honestidade com Utilidade Pública ou... a excepção à regra!
Enquanto autarca aceitarei prendas que possam ser encaminhadas para o Banco Alimentar contra a Fome.Quando tomei posse como presidente da Câmara de Santarém fui confrontado com a quantidade de prendas que chegavam ao meu gabinete. Era a véspera de Natal. Para um velho polícia, desconfiado e vivido, a hecatombe de presuntos, leitões, garrafas de vinho muito caro, cabazes luxuosos e dezenas de bolo-rei cheirou-me a esturro. Também chegaram coisas menores. E coisas nobres: recebi vários ramos de flores, a única prenda que não consigo recusar.
Decidi que todas as prendas seriam distribuídas por instituições de solidariedade social, com excepção das flores. No segundo Natal a coisa repetiu-se. E então percebi que as prendas se distribuíam por três grupos. O primeiro claramente sedutor e manhoso que oferecia um chouriço para nos pedir um porco. O segundo, menos provocador, resultava de listas que grandes empresas ligadas a fornecimento de produtos, mesmo sem relação directa com o município, que enviam como se quisessem recordar que existem. O terceiro grupo é aquele que decorre dos afectos, sem valor material mas com significado simbólico: flores, pequenos objectos sem valor comercial, lembranças de Natal.
Além de tudo isto, o correio é encharcado com milhares de postais de boas-festas que instituições públicas e privadas enviam numa escala inimaginável. Acabei com essa tradição. Não existe tempo para apreciar um cartão de boas--festas quando se recebe milhares e se expede milhares.
Quanto às restantes prendas, por não conseguir acabar com o hábito, alterei-o. Foi enviada nova carta em que informámos que agradecíamos todas as prendas que enviassem. Porém, pedíamos que fosse em géneros de longa duração para serem ofertados ao Banco Alimentar contra a Fome. Teve um duplo efeito: aumentou a quantidade de dádivas que agora têm um destino merecido. E assim, nos últimos dois Natais recebemos cerca de 8 toneladas de alimentos.
Conto isto a propósito da proposta drástica que o PS quer levar ao Parlamento que considera suborno qualquer oferta feita a funcionário público. Se ao menos lhe pusessem um valor máximo de 20 ou 30 euros, ainda se compreendia e seria razoável. Em vários países do mundo é assim. Aqui não. Quer passar-se do 8 para o 80. O que significa que nada vai mudar. Por isso, fica já claro que não cumprirei essa lei enquanto funcionário público. Enquanto autarca aceitarei prendas que possam ser encaminhadas para o Banco Alimentar. E jamais devolverei uma flor que me seja oferecida.
Francisco Moita Flores, Professor Universitário e Presidente da Camara Municipal de Santarém
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